Sinopse
O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.
The Key: Tomás Noronha
A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
Ou morrer a tentar.
Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.
Será que a alma existe?
O que acontece quando morremos?
O que é a realidade?
Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.
Opinião
Para quem segue as aventuras de Tomás Noronha o nome Frank Bellamy já é conhecido. Tomás já ajudou o diretor da CIA a resolver alguns mistérios. Aliás “A chave de Salomão” pode-se considerar uma continuação do livro “A formula de Deus” e aborda muitos temas que foram falados no livro que referi anteriormente.
O livro começou interessante e gostei dos temas relacionados com a experiência de quase morte da mãe de Tomás, o que é a alma e o que é a realidade. A parte relacionada com física quântica não foi tão interessante e tenho de dizer que fiz muita batota neste livro. Houve muitos parágrafos que não li.
Até agora li todos os livros em que Tomás foi protagonista (porque tenho a sorte de a biblioteca apostar no autor) e acho que José Rodrigues dos Santos devia esquecer o Tomás e criar outras personagens e outros/as protagonistas.
Embora eu goste da parte de aventura a parte de física é aborrecida. Também é verdade que a minha cultura geral sobre física é quase nula (eu odiava física e química quando andava na escola). Com as explicações do autor consigo entender o significado dos termos mas como é tão aborrecidooooo acabo por passar parágrafos.
Quando saiu o livro no ano passado decidi que não o ia ler mas depois li, numa entrevista, que era inspirado/baseado na experiência da esposa do autor e fiquei muito curiosa. Achei que este livro fosse diferente dos outros mas acabou por ser igual, tirando a parte da experiência de quase morte, não existe nada interessante.
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